Exame de Colonoscopia em Maringá pode ser realizado na Clínica de Gastroenterologia do Dr. Eduardo Pereira, onde há toda a estrutura e segurança para realizar exames gástricos seguros.
O médico para exame de Colonoscopia em Maringá, Dr. Eduardo Pereira, possui título de especialista em Endoscopia Digestiva pelo Hospital Sírio Libanês, um dos principais do Brasil. O Gastroenterologista de Maringá oferece um atendimento humanizado aos pacientes, entendendo todos os momentos e fazendo um acompanhamento completo.
Utilizamos equipamentos de última geração, que oferecem imagens de alta definição. Antes de seu uso, todos os endoscópios (aparelhos que permitem a visualização interna do esôfago, estômago e duodeno) passam por rigorosos processos de limpeza e desinfecção, de acordo com regulamentação brasileira.
Ela é utilizada principalmente no auxilio diagnóstico de algumas doenças que causam dor abdominal, diarreia, constipação e sangramento intestinal.
Esses sintomas podem aparecer em grande número de doenças benignas ou malignas e muitas vezes esse exame é imprescindível para o diagnóstico ou tratamento. A Colonoscopia é um recurso valioso na prevenção do câncer de intestino ao diagnosticar e tratar os pólipos.
O Preparo do cólon é fundamental para um bom exame. O intestino deve estar totalmente livre de resíduos fecais sólidos e o resíduo líquido deve estar claro e transparente. Para tanto, além de uma dieta especial é necessária a ingestão de laxantes e líquidos. O preparo do cólon pode ser todo domiciliar. Existem critérios que devem ser obedecidos para a escolha do preparo ideal. Siga rigorosamente a orientação para o preparo.
A maioria dos remédios deve ter seu uso continuado, principalmente antibióticos, anti-hipertensivos, remédios para o coração e anticonvulsivantes que, no dia do exame, devem ser tomados com uma xícara de água (50 ml).
Porém, no momento do agendamento e antes do exame, deve-se relatar todos os medicamentos em uso (inclusive os considerados naturais). Alguns anticoagulantes devem ser suspensos com dias de antecedência e outras medicações como hipoglicemiantes orais e insulina podem necessitar de ajustes.
Siga rigorosamente as orientações que lhe foram dadas no momento da marcação de seu exame.
O paciente é encaminhado para sala de exames por um profissional da equipe de enfermagem e é submetido a uma rápida entrevista que permite conhecer melhor sua condição de saúde e planejar o procedimento de sedação a ser utilizado. Após a administração da sedação, se introduz o colonoscópio através do canal anal e o conduz suavemente através do intestino grosso, realizando um exame minuciosa, sem que o paciente sinta desconforto ou dor. A duração aproximada do procedimento é de 30 minutos.
Durante o exame o médico pode se deparar com alterações que indicam a realização de biópsias. Na presença de sangramentos podem ser necessários instrumentos hemostáticos como agulhas (para injeção de medicamentos), cautérios, clipes metálicos e ligaduras elásticas, introduzidos pelo colonoscópio, através de seu canal terapêutico.
Se forem encontrados pólipos, dependendo de seu aspecto e tamanho, deve-se realizar a ressecção.
Estreitamentos (estenoses) podem necessitar de tratamento com instrumentos dilatadores e corpos estranhos podem ser retirados com pinças apropriadas.
Terminado o exame, o paciente é encaminhado para a sala de recuperação pós-exame onde é monitorado até que esteja bem acordado e tenha condições de alta.
Após o exame normalmente o paciente não apresenta sintomas, sendo raras as manifestações de náuseas, desconforto abdominal e cólica, sintomas que normalmente melhoram após a eliminação do ar insuflado no intestino durante o exame.
Caso exista algum cuidado especial não previsto antes do exame o paciente será informado.
Respeitando critérios de segurança e as normas da legislação Brasileira (SS-169/96, CFM 1.409/94) é obrigatória a presença de um acompanhante até o retorno do paciente à sua residência. É proibido dirigir e tomar decisões importantes nas 12 horas seguintes ao exame, pois, devido aos medicamentos usados, o paciente pode se manter sonolento e com retardo dos reflexos.
A maioria dos pacientes pode voltar à sua dieta habitual. No entanto, no dia do exame, aconselhamos que evite abusos.
A incidência geral de complicações em Colonoscopia é rara, em torno de 1:1000 exames. Complicações maiores são extremamente raras e incluem reações medicamentosas, complicações cardíacas e pulmonares. A perfuração intestinal pode ocorrer em 0,1% das Colonoscopias diagnósticas e 0,3% das Colonoscopias com procedimentos terapêuticos. Sangramentos em pequena quantidade podem ocorrer (0,06%) e são controlados durante a Colonoscopia.
Após o exame, a persistência ou exacerbação de sinais e sintomas como: náuseas, vômitos, dor, sangramento, febre, distensão abdominal, fraqueza, taquicardia e outros, merecem atenção e o paciente deve comunicar seu médico ou se dirigir ao IGEP para ser avaliado.
Lembramos que um discreto sangramento é possível durante a primeira semana.
A biópsia, nada mais é, do que a retirada de uma pequena porção do tecido que se quer analisar e, neste caso, é feita através de uma pinça muito fina que é acoplada ao endoscópio. Esta amostra do tecido é enviada para investigação histológica, que é feita em um laboratório especializado em anatomopatologia e é reencaminhada ao médico, geralmente num período entre 10 e 15 dias.
A polipectomia gástrica ou de cólon tem como objetivo a retirada de pólipos benignos ou malignos do aparelho digestivo, através da endoscopia digestiva.
Os pólipos, em sua maioria, são benignos, mas a indicação da comunidade médica sempre é de remoção para evitar que, com o tempo, eles se desenvolvam e se tornem cancerosos, como o câncer colorretal, patologia grave e que geralmente apresenta sintomatologia somente em seus estágios mais avançados.
A mucosectomia é uma técnica endoscópica que permite a remoção de lesões gastrointestinais presentes nas camadas superficiais da parede do tubo digestivo (camada mucosa e parte da submucosa). Principalmente em lesões até 15-20mm, esta técnica permite a remoção completa, em segurança e em bloco (num só fragmento), evitando-se o recurso da cirurgia nesses casos.
Minha missão é ajudar você a entender melhor os seus sintomas e indicar os melhores tratamentos para voltar a ter uma vida normal e sem desconfortos intestinais. Ofereço um atendimento humanizado e com um acompanhamento completo para o paciente sentir-se seguro e tranquilo em todo o processo.
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